Do site do CMI:
A Rede Ampla Contra o Tarifaço – grupo de luta integrado pelo Movimento Passe Livre de Curitiba – começou, no dia 17 de fevereiro de 2011, a organizar uma série de manifestações para impedir o aumento da tarifa de ônibus em Curitiba. Durante um mês, foi tentado conversar com as três instâncias do poder estatal: o executivo (URBS e Prefeitura Municipal), o legislativo (Câmara de Vereadores) e o judiciário (Ministério Público). O Movimento Passe Livre, ainda, organizou um abaixo-assinado de cunho popular que exige o congelamento imediato da tarifa de ônibus em R$:2,20, conseguindo um total de 20 mil assinaturas. Mesmo assim, o aumento ocorreu, prejudicando o bolso de milhares de famílias que dependem do transporte público para deslocarem-se na cidade.
Depois de constatar o que todos desconfiavam – que os poderes do estado, que a princípio deveriam defender o interesse público, não funcionam em favor do povo – a Rede Contra o Tarifaço resolveu mudar de estratégia e direcionar os esforços de volta para a base.
Na última quinta-feira, dia 17 de março de 2011, a manifestação, ao invés de ser direcionada a alguma instância do poder estatal, passou por diversos terminais do centro da Cidade, encontrando na população usuária do transporte coletivo um apoio incondicional, já que todos os usuários – estudantes, trabalhores, desempregados – dividem a mesma indignação quanto ao transporte coletivo de Curitiba.
R$:2,50 é ilegal!














